A vida é feita de escolhas e rolhas

Colhe-se o que se planta. Para cada escolha ou oportunidade teremos que nos acostumar a alguma renúncia ou possibilidade de riscos.
escolha

Para cada escolha teremos que nos acostumar a alguma renúncia e para cada oportunidade que abraçarmos teremos que nos acostumar com a possibilidade de riscos. É como a lição das sementes, que nos ensina que o plantio é opcional mas que a colheita será, inevitavelmente, diretamente relacionada ao plantio realizado. Além de escolher as boas sementes, precisamos cuidar, regar e exercitar o nosso cotidiano amor, enquanto a semente ganha força, viço e vitalidade, até que chegue o júbilo da colheita.

Se plantarmos arroz, colheremos arroz, se plantarmos milho, colheremos milho, se plantarmos maxixe, colheremos maxixe, se plantarmos o mal, colheremos o mal, se plantarmos a discórdia, colheremos a discórdia, se plantarmos a calúnia, colheremos a calúnia e assim por diante. Agora, se plantarmos o bem, colheremos o bem, até porque, o bem já está com a gente.

Porém, como foi dito, não basta o plantio se não estivermos comprometidos com os cuidados e com os investimentos de tempo, de recursos e de amor, para lograrmos o almejado e merecido êxito.

Entretanto, mesmo parecendo uma sentença matemática, me impressiona o fato de o mundo ainda estar habitado por tantas pessoas que preferem a crítica leviana, a calúnia, a difamação estéril e a discórdia. Gosto de uma frase que diz: “Quando Pedro fala de mal de Paulo, fico sabendo mais de Pedro do que de Paulo”.

No revés da mesma moeda estão as pessoas que sabem ser proativas, ao invés de reativas, resilientes ao invés de resistentes, ávidas por conhecimento ao invés de ficarem enclausuradas em suas convicções, amorosas ao invés de rancorosas, que se preocupam mais com os meios do que com os fins, que preferem ouvir do que falar, que preferem ser do que ter, que prezam a criatividade e a intuição ao invés da rotina e da razão…a lista é imensa.

É para essas pessoas que as escolhas combinam com as rolhas, já que, ao degustar um bom vinho ou espumante, colecionando ou não as suas rolhas, acabam potencializando as suas virtudes e qualidades, compartilhando e somando ideias, deixando fluir as preciosidades escondidas nos recônditos da alma.

Um brinde aos bons semeadores!

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